DA REAÇÃO À PREVENÇÃO: O PAPEL DOS CENTROS DE INTELIGÊNCIA JUDICIÁRIA NA GESTÃO DE PRECEDENTES E DEMANDAS REPETITIVAS
DOI:
https://doi.org/10.62248/bk2f2121Palavras-chave:
Precedentes. Demandas Repetitivas. Inteligência Artificial. Centros de Inteligência. Resolução CNJ 615/2025Resumo
O presente artigo tem por objeto analisar o potencial dos Centros de Inteligência Judiciária para superar o modelo reativo de gestão de precedentes e atuar preventivamente na redução de demandas repetitivas, com suporte de inteligência artificial. Objetiva-se propor um modelo conceitual que integre funções de uniformização jurisprudencial e prevenção de conflitos, em conformidade com a Resolução CNJ nº 615/2025. Adota-se o método dedutivo, partindo da legislação vigente, complementado pelo método comparativo entre experiências de tribunais brasileiros, em pesquisa bibliográfica e documental. Conclui-se que a integração proposta é viável e desejável, desde que observados os princípios da supervisão humana, transparência algorítmica e conformidade com a LGPD, transformando os Centros de Inteligência em instrumentos estratégicos de eficiência jurisdicional e prevenção de litígios.
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