A (RE)ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA E OS CENTROS DE INTELIGÊNCIA: DA ATUAÇÃO REATIVA À PREVENÇÃO DE LITÍGIOS

Autores

  • AGENOR CÁSSIO DE ANDRADE CORREIA Universidade Federal do Pará Autor

DOI:

https://doi.org/10.62248/nhjj2498

Palavras-chave:

Reorganização judiciária; Centros de Inteligência; Prevenção de litígios.

Resumo

O Poder Judiciário brasileiro atravessa uma reorganização institucional que amplia seu papel para além da função adjudicatória, com destaque para os Centros de Inteligência, instituídos pela Resolução CNJ n. 349/2020. O trabalho tem por objeto a atuação preventiva desses Centros e por objetivo verificar se essa função configura categoria autônoma e consolidada, distinta da tradicional gestão reativa de demandas. Utiliza-se pesquisa bibliográfica, amparada pelo método hipotético-dedutivo, para examinar atos normativos do CNJ, doutrina processual e experiências institucionais correlatas. Conclui-se que a prevenção de litígios já se consolidou como função autônoma do Judiciário, redesenhando as funções judiciais clássicas sem prejuízo da atuação adjudicatória tradicional

Biografia do Autor

  • AGENOR CÁSSIO DE ANDRADE CORREIA, Universidade Federal do Pará

    AGENOR CÁSSIO DE ANDRADE CORREIA - Doutorando e Mestre em Direitos Humanos (Direito Processual Civil) pela UFPA. Juiz de Direito. Professor e coordenador da Escola Judicial do TJPA. Integrante do Centro de Inteligência. 

Publicado

03.11.2026

Como Citar

CORREIA, AGENOR CÁSSIO DE ANDRADE. A (RE)ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA E OS CENTROS DE INTELIGÊNCIA: DA ATUAÇÃO REATIVA À PREVENÇÃO DE LITÍGIOS. REVISTA JURÍDICA GRALHA AZUL - TJPR, [S. l.], v. 37, n. 1, 2026. DOI: 10.62248/nhjj2498. Disponível em: https://revista.tjpr.jus.br/gralhaazul/article/view/464.. Acesso em: 8 nov. 2026.